“Sorria Sempre, mesmo que seu sorriso seja triste, pois mais triste que seja um sorriso triste, pior é a tristeza de NÃO saber SORRIR.”
Maria de tal, mais conhecida como Maria fumaça. Era uma negra que zanzava pela rua, dia e noite, até os primeiros anos da década de 1950, andava a procura do nada. Era uma mulher que queria ser livre e, sua liberdade, era a sua moda. A Rua, era a sua felicidade. Viveu bons anos assim, era pedinte. Muitas pessoas davam lhe dinheiro, outras preferiam dar o que comer, ou beber. Era um enigma. Ninguém sabia nada a seu respeito. Mas, todos gostavam dela, tinha uma coisa que impressionava as pessoas. Um sorriso crônico, com seus dentes embora sem escovar, sempre alvos. Nos comentários das rodinhas de bate papo nos bares, era de que: “Como pode uma pessoa como essa sorrir o dia inteiro?”. Sorri de que, essa infeliz! Chegou-se a dizer.
Às vezes achamos uma pessoa que não tem nada, não tem motivo para sorrir, é ai que nos enganamos. Esta pessoa tem muito mais que imaginamos tem cores em seu dia a dia enquanto, trabalhamos apressados sem olhar para o lado. Algumas pessoas passam quase toda a vida sem sorrir, vivem estressadas preocupadas com o próprio mundo, sem imaginar que existe uma humanidade precisando de ajuda e que depende de nós.
Quando sorrimos nos libertamos do nosso individualismo e egoísmo, efetuando um simples ato. Não adianta querer mudar o Mundo de uma vez, seguir o caminho do bem já é um grande passo. Ajudar é humano, é fácil, só basta querer e ajudando os nossos semelhantes

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